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Integração é o diferencial da Procenge

10/04/17 Folha de Pernambuco

Empresa trabalha com a inovação de forma sistemática e junta ‘cooperação’ com ‘competição’ para crescer em grupo

Contrariando o complexo de caranguejo pernambucano, que é denominado àqueles que só andam de lado e não permitem evolução, a empresa Procenge está revolucionando o conceito. Genuinamente recifense, a solucionadora inteligente de problemas em tecnologia se integra a outras empresas do ramo para avançar ‘coopetitivamente’. Com a licença para o neologismo, o termo é diferente, mas no setor de Tecnologia da Informação (TI) é uma prática comum. Consiste em juntar ‘cooperação’ com ‘competição’ a fim de obter um crescimento coletivo e a geração de produtos disputantes no mercado.

Esse comportamento integrador, que dialoga com a academia – à exemplo das suas parcerias com o Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (CIn UFPE) e Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR) – e a sua área de inovação aberta às ideias e soluções de startups dentro do seu interesse, é seu maior diferencial. É o que acredita o diretor de inovação da instituição, José Luna. “Acabamos funcionando como um hub (interligador) entre nossos clientes e empresas pequenas do segmento”, relata. “No entanto, sem esquecer da nossa produção interna”, acrescenta.

Um dos projetos da corporação, possivelmente, é de conhecimento geral e a maioria dos brasileiros já usufruíram. É o sistema de transferência entre bancos. Mesmo que nos bastidores, quem tornou possível o usuário de banco deslocar dinheiro da sua conta para a de outra pessoa sem precisar sacar foi o software desenvolvido pela Procenge. Outra solução, dessa vez para a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), foi a de utilização de geotecnologia (GPS) para facilitar a identificação de canos subterrâneos quebrados.

“Nós lidamos com a inovação de maneira sistemática. Ou seja, para que o movimento seja contínuo, estamos nos refazendo e repensando soluções de tempos em tempos”, explica o diretor José Luna. Para atingir o objetivo, a Procenge – que tem 45 anos de atuação – conta com um princípio básico para crescer. É firmar os pés no chão e manter as ideias nas alturas ou, como gosta de apelidar o diretor Luna, ser como uma girafa. “A maior inimiga da inovação é a cultura organizacional”, comenta. Embora tenha surgido em 1972, há 45 anos, quando nem se tinha internet, a Procenge sempre procurou se adaptar aos tempos e à evolução da tecnologia. Assumindo, entretanto, que é impossível acompanhar a velocidade frenética que as mudanças acontecem no setor. Para se manter viva e competitiva, a empresa – que já está consolidada até nacionalmente – trata a questão da inovação como uma prioridade. “Antigamente, ser inovador te fazia líder. Hoje, é questão de sobrevivência”, coloca Luna.